para ler na web: a.casa.das.sete.micheles * andré.mans * antena.com.bombril * a.sétima.visão * babadocerto * beautiful-dirtyrich * bhy * bota.dentro * canudos.coloridos * carioca.virtual * chatonoar * clebs * david® * dj.felipe.lira * don.diego.de.la.vega * elcocoloco * euelenossomundo * garotão * gayzine * g.cliché * glamaddict * introspecthive * isadora * joapa * justo.&.digno * l’absurdité.de.la.vie * las.bibas * lex.grego * lindinalva * made.in.brazil * man.in.the.box * olhares.loiros * paulo.braccini * pegaytion * ragazzo * renateeenho * boy.soccer * tony.goes * too-tsie * tudo.cabe * will * zappingnews * 30 ideias

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21.11.09


in rio:




Táxi. Congonhas. Gol com Coca-cola. Hotel. Conhecer a Catedral de São Sebastião e deslumbrar-se mais uma vez com as possibilidades do concreto armado. Caminhada pelo centro do Rio. Entrar no Sexy Rose e subir as escadas iluminadas em vermelho. Dar pro mulato dotado na frente do baixinho de boné. Deixar o baixinho de boné ensaiar um fist com seu punho mirrado. Chupar um alemão de barba e dar pro mulato de novo. Ligar pro amigo blogueiro, Don Diego. Almoçar com o Don Diego. Se jogar na pegação no Arpoador. Conhecer o Julio César, que é lindo, parece um garotão da zona sul, já pensou em suicídio e se queima com cigarro. Comer o Julio César antes que ele vire mendigo de vez. Marcar encontro com o menino que conheci da última vez que estive aqui. Estranha vontade de beijá-lo de novo. Encontrar com ele e sentir o coração disparar. Passear na Lapa com o moço. Vodka. Ficar de pileque. Levá-lo pro hotel. Assumir que gosto dele. Dormir de conchinha. Dormir mesmo. Acordar bem tarde e relutar em se despedir... Os dois relutaram. Perceber que a vida dele toda dentro do armário pode ser um problema. Reencontrar o Don Diego. Ir para a praia de Ipanema, em frente à Maria Quitéria. Realizar que o hétero carioca é o modelo ideal de homem. Vários exemplos confirmavam essa tese. Conversar sobre a vida. Ver o por do sol. Tomar sorvete de maçã-verde com canela no Felice. Mais vodka. Escrever este post. A noite promete.

Sim, o Uomini continua o mesmo.

Apenas conhecendo um “admirável mundo novo”.


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19.11.09


turismo (sexual):




A semana acaba hoje.

Balneário, aqui vou eu!


Manu: tentei rssificar o blog (seguindo as dicas do interney – como vc sugeriu), mas o bogger.com.br (globo.com) é arcaico demais e o feed não funciona.


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18.11.09


é hoje:




Ainda não leu a ODYSSEY "last issue"?
Comassim, bee?

CLIQUE AQUI AGORA! ;-)



E desejo que a futura WOWmag inove, surpreenda e fuja dos clichês...


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17.11.09


amicíssimo:




“Confie eventualmente num homem, raramente numa mulher e nunca num gay”. Foi uma frase que ouvi aos vinte anos de um cara – gay e na casa dos quarenta – numa das primeiras incursões que fiz a uma boate, que na época chamávamos de GLS.

“Quanta amargura!” Sentenciei. Certamente as experiências de vida daquela pessoa, que eu acabara de conhecer, deveriam ter gerado algum tipo de trauma. Lembro que, pouco depois, encerrei a conversa e segui para a pista de dança.

Ontem, um colega (gay!) do trabalho conseguiu gerar um tremendo climão numa reunião ao "denunciar" um erro cometido por uma das equipes de projeto. Erro este que não atingia nenhuma outra equipe e estava praticamente solucionado. Foi uma cena digna de novela das oito. "Quis zelar pelas questões da empresa." Ele justificou. O mais bizarro é que o tal rapaz chamava uma das garotas da dupla delatada de “melhor amiga” até outro dia. Medo!

Não quero generalizar, mas o que já conheci de *maldita* nesta vida. Enfim...


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15.11.09


o a e o i :




5h 56min. Mais uma noite que terminou como se deve: em casa antes do sol nascer. Também poderia estar em algum lugar barulhento e sem janelas, whatever. Não ando muito no espírito de “vamos ver o sol nascer”. Algo assim meio sob a sugestão de Hollywood. Mesmo porque todo mundo quer ser vampiro mesmo: juventude eterna, vida fora dos padrões, tudo bancado pelo sangue alheio... Oscilar entre o a e o i quando prefixos da moral.


"sense of humor saves"


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13.11.09


"entre aspas"


Esqueci de colocar a provocação do post passado entre aspas. Trata-se do fragmento de uma conversa que ouvi sem querer, mas ouvi. Eram dois jovens com trejeitos bem marcados e o aparente desejo que o mundo inteiro os escutasse. Daí a razão da minha inconveniência. A frase surgiu quando um deles confessou não aceitar que seus amantes, "sempre ativos", tocassem seu pênis durante o sexo.


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12.11.09


flexível:


Arranca de uma vez essa coisa inútil, bee!



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11.11.09


apagón:




Nem apagão esse país faz direito...

E não foi que a luz voltou exatamente quando o povo começou a se animar na avenida paulista.

Era só mais meia hora, mais meia hora!

Pelo menos deu pra dividir um beck com uma turma de skatistas...

Só um beck...

Era só mais meia hora... Meia hora, carai!


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10.11.09


deixando o porquê das coisas de lado:



*Adorei* a produção da *foteeenha*.

O azul pálido da poltrona, os revestimentos amadeirados, o gramado, a cortina em tom neutro, o cor do *speedo*...


Até lembrei de uma piada:
O que é pior que uma *beeesha* fashionista?
Uma *beeesha* cool hunter, *queridjinha*!


VEJA AS FOTOS AMPLIADAS AQUI


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9.11.09


um outro lado:




Ontem, um papo de bar virou uma conversa séria, do tipo que revolve questões internas e coloca em xeque crenças e escolhas. Resumindo bem: deveríamos representar o mundo como ele é, ou como deveria ser? Se, por um lado, enxergar o real sem mistificações é uma conquista, pois idealizações sempre esbarram em algum tipo de fuga; Por outro, ser demasiadamente realista pode sinalizar amargura, enquanto um discurso positivo evidenciaria uma vida mais doce.

Essa reflexão rolou enquanto eu defendia o tipo de sexo que explicito aqui no blog, sem romance, que apenas visa ao fastio dos instintos mais primitivos. Acho que foi Freud quem disse que sexualidade e civilização são antagônicas e um inevitável “mal estar” é gerado pelo choque entre os desejos naturais dos homens (e mulheres) e as restrições impostas pela moral social. Para evitar esse mal estar autoimposto, tenho advogado por uma rotina mais autêntica e menos “civilizada”.

Mas meu interlocutor lembrou que sentimentos mais abstratos fazem parte da experiência de todos nós. Se estimulados, podem ser muito mais efetivos na vida de quem os sentem. Por exemplo, o amor, por ser mais complexo, é capaz de encher a vida de sentido e nos mover com um impulso imenso, maior do que a busca pela próxima satisfação erógena é capaz de proporcionar.

No final, concordei. Só um sentimento além do gozo é capaz de convencer seres que questionam o porquê das coisas de que continuar vale a pena.



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8.11.09


Aesthetics:




amei!


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7.11.09


clash club:




Sobre a circuito de ontem: eu me divertiria mais em uma reunião da tupperware®

(by the day after's rebordosa)


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6.11.09


no day but today:




Talvez os míticos cavaleiros medievais estivessem certos e viver pela honra e pelo amor seja a forma mais nobre de levar a vida. Mas isso não nos pertence e a moda no nosso tempo é misturar uma boa dose de cinismo com outra de superficialidade nas relações. Tanto no trato com os que nos cercam como com nós mesmos.

Duvida? Olha pras pessoas que estão a sua volta agora... Entendeu?

Se estiver sozinho, vai ser ainda mais fácil captar a mensagem!


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5.11.09


também fui, bee...




Definitivamente, “Do começo ao fim” é um conto de fadas. Algo do tipo: Era uma vez a história encantada de dois 'príncipes-irmãos', que viveram um tórrido e delicioso caso de amor...

Tomás e Francisco, os irmãos, habitam um "universo perfeito". Um mundo que representa o sonho de consumo de toda *bee muderna*. Uma casa linda, peças de design para todos os lados, pais compreensivos, i-macs, i-pods, roupas descoladas e um charmoso fusca conversível. Só faltaram três vulcões e uma rosa vermelha na sala de estar da casa em que vivem os personagens.

Mas o filme vale a pena. A Júlia Lemmertz está perfeita em seu papel. Ela faz uma mãe preocupada, mas compreensiva, de uma maneira delicada e formidável. O João Gabriel Vasconcellos (Francisco, na fase adulta) está absolutamente entregue ao próprio personagem. A cena em que os dois rapazes dançaram tango sem roupa é a minha predileta.

Um filme doce, delicado e capaz de convencer que aquele amor seria possível. Em B612, é claro...

up date: vi o filme em uma sessão prévia para convidados que rolou ontem no Frei Caneca.


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4.11.09


*adoooooro* ouvir frases de efeito na *buati* (epílogo):




Tenho *K*!


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3.11.09


*adoooooro* ouvir frases de efeito na *buati* 2:




"Mas é todo mundo tão igual, tão parecido..."


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2.11.09


*adoooooro* ouvir frases de efeito na *buati*:




"Ilusões são bastante lucrativas para quem vende,
mas valem muito pouco para quem compra."


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31.10.09


guide:




Comecei a bolar um novo guia de pegação.

A intenção é revisar e ampliar as informações do uominiguide e formatar uma primeira edição para o Rio de Janeiro.

AGUARDEM!


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30.10.09


rope:




Nem lembro se já contei essa história aqui.

Certa vez eu tive um namoradinho, desses que duram até a página três, e o convenci a se deixar amarrar e amordaçar para que fizéssemos sexo. É, colega, depois de certo tempo a dois, a imaginação precisa alçar voos mais altos pro tesão não desaparecer.

Enfim, da minha parte correu tudo bem. Nem fui tão deep na brincadeira, afinal era a primeira vez que transávamos dessa forma. Depois que terminei, desamarrei a figura e fomos dormir.

Na noite seguinte, após um dia cheio no trabalho, fui encontrá-lo para jantarmos. Entre a entrada e o prato principal, ele começou com aquele papo de que precisávamos discutir a relação. Prefiro um soco na cara a ter este tipo de conversa, mas topei participar do momento cartase.

Pra resumir a história: o cidadão, incomodado com a nossa experiência, ligara para o terapeuta e marcara uma hora em caráter de urgência naquela tarde. O analista mal comido orientou o fofo a expor seus "sentimentos contraditórios" numa "conversa franca e definitiva". Morri!

Até ouvi a ladainha, mas sumi por três dias e terminei assim que nos vimos novamente.

Isso pra dizer que ele ressuscitou dos mortos e acabou de me ligar. Fui simpático e só.

Baunilha demais pro meu gosto!


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29.10.09


mundo animal:




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28.10.09


blow job:




Não gosto de sexo oral. Prefiro ir direto aos ‘finalmentes’, mas há aqueles que, além de sentirem um imenso prazer na felação, são capazes de dispensar qualquer outra prática e afirmam obter plena satisfação dessa forma.

Vez por outra, encontro gente na pegação que “apenas chupa”, ou “só quer ser chupado”. Nessas ocasiões costumo virar as costas e fazer a fila andar.

É claro que não faço a linha xiita nesta questão. Se o cara for bonito, tiver uma boca gostosa e souber fazer direito, não sou do tipo que tira doce de criança. Da mesma forma, se a rola for boa, sigo a lógica de que "copo d’água e boquete não se negam".

Entretanto, confesso que, quando fico só no bola gato, tenho a sensação de que nada aconteceu. Sei lá, tipo um vazio, saca?


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27.10.09


rainy days:




São Paulo nunca me decepciona.
O dia está frio e uma chuva fina cai lá fora.
É tão mais fácil trabalhar sem ter que olhar para um sol radiante e saber que o mar está logo ali...

Depois é só fechar o dia com uma pegação indoor. Off course, of course!

extra: "polêmica"


A Namariabraga mostrou hoje uma matéria sobre adolescentes que fazem sexo no banheiro da escola, filmam e postam na internet. Isso já aconteceu em diversas partes do país.

LEIA E ASSISTA AQUI


Minha opinião? "I believe that children are our future..." hahaha


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26.10.09


encontros:




A pegação nos traz surpresas que superam a simples experiência de fazer aquela *neca enooooorme*, aquele corpo incrível, ou o homem rústico dos sonhos mais fetichistas. Também encontramos pessoas interessantes, que nos marcam irremediavelmente.

Sábado à noite. Depois de cruzar o parque do aterro do Flamengo e atender meia dúzia de putos em público, lá estava este blogueiro atravessando a passarela próxima ao Hotel Glória, dando por encerrada a função. Inúmeras pessoas, vestidas com um cafona abadá amarelo, faziam o mesmo trajeto. Garotas ruidosas e rapazes bêbados compunham o cenário. Uma tal de Banda Eva se apresentara na Marina. Coisas do incrível (ui!) mundo HT.

Foi quando um moreno micareteiro, com cara de novinho e sorriso de malandro carioca, deu *aquele* olhar seguido de uma patolada. Resolvi me aproximar e puxar conversa.

Papeamos, nos beijamos perto do parque infantil, conversamos mais, fomos beber em um bar, ouvi confidências, falei de mim, outros beijos aqui e ali e terminamos vendo o sol nascer no Arpoador. Romântico, não? rsrsrs

O mais curioso foi conhecer alguém que ficou com muito mais mulheres do que caras em seus vinte e quatro anos, gosta de axé e pagode, não frequenta boates gays, só tem amigos héteros, ainda não decidiu como tratar a própria homossexualidade, mas consegue ser alguém interessante.

Enfim, este post foi escrito no Rio. São cinco horas da manhã e volto ainda hoje pra São Paulo. "E é isso".


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24.10.09


top pegation:




Os amigos já sabem que estou em plena peregrinação pelos locais de pegação do Rio.
Estenderei minha estada aqui até a próxima segunda para tentar visitar toda a minha lista...

E o prêmio TOP PEGATION parcial vai para:

CINE REX

Rua Alvaro Alvin, 33/37 Cinelândia.
PURO *PERIGÓN*!


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22.10.09


during the week:




"A praia é o espaço mais democrático do Rio de Janeiro, o lugar onde convivem pobres e ricos, bonitos e feios, todas as faixas etárias e interesses", diria o sociólogo de botequim. Talvez seja verdade. No domingo! Porque em plena quinta-feira de sol, como a de hoje, os belos, jovens, atléticos e bem-nascidos são a maioria esmagadora.

"Melhor assim", diria um hipotético proprietário de um dos valorizados imóveis na orla da zona sul carioca. "Arrogante pretensioso", eu rebateria de imediato, mas sem poder negar que sentar na areia, sem nada pra fazer e com um cenário desses, não foi de todo ruim. A bolha tem lá seus encantos.

Mas chega de blá, blá, blá, pois estou blogando de dentro de uma sauna em Ipanema, aquela pertinho da praia, e preciso aumentar o score de cariocas no meu currículo da pegação. Até!


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