Já estava escuro quando Leandro, o rapaz da água, chegou pra ajudar
a pendurar os quadros aqui em casa. Fiz o garoto entrar e fomos direto
pro meu escritório onde algumas molduras aguardavam justapostas sobre
uma poltrona. Ele usava uma calça de moleton, uma jaqueta jeans e um
boné que ficava muito bem naquele rosto que ainda mantinha os traços
da adolescência. Entreguei-lhe uma furadeira, algumas buchas e parafusos.
Os pontos dos furos estavam marcados e eu me mantive a poucos metros
enquanto o trabalho era realizado.
Leandro sempre entregou água mineral aqui em casa e há algum tempo
começamos a brincar um com o outro, trocando olhares maliciosos. Dessa
vez era diferente: contratá-lo para pendurar os quadros, após o expediente,
me daria tempo para tentar algo mais ousado com aquele rapaz moreno, de
estatura mediana, olhos verdes e cara de safado.
Para fazer dois furos mais altos foi necessário o uso de uma pequena escada.
Aproveitei a oportunidade e me posicionei ao seu lado para evitar que caísse
e lhe passar a chave de fenda quando fosse necessário. Pude notar as coxas
grossas que enchiam a calça de tecido mole e sentir o cheiro forte de rapaz
trabalhador após um dia de jornada. Foi então que percebi que ele me olhava
com o canto do olho enquanto pressionava a furadeira de encontro à parede.
Nos observamos por um tempo, ele sorriu e eu imediatamente retribuí.
Com os furos realizados e os últimos parafusos em seus lugares, passamos a
pendurar os quadros. Eram fotografias artísticas: imagens distorcidas e em
preto e branco que eu ganhei de um tio que mora no exterior. Ele começou a
olhar com interesse para uma das imagens. Era uma mulher nua e distorcida
por uma lente grande angular. Ele disse com inocência que não entendia o
porquê da obra. Respondi, fazendo um gracejo, que só depois de fumar um
beck certos trabalhos poderiam ser compreendidos. Ele olhou com malícia e
falou que tinha um pouco de maconha. Tirou do tênis uma pequena trouxinha
de plástico preto e me ofereceu. Aceitei.
Fumamos um cigarro prensado por ele no jardim de casa sem qualquer tipo
de conversa. Um vento gelado nos mantinha calado. Enquanto um fumava o
outro observava. Já nas últimas tragadas tínhamos que nos aproximar muito
para não derrubar a ponta. Propositadamente eu dificultava as passagens do
cigarro enquanto ele segurava minhas mãos entre as dele com vontade. Quando
terminamos ainda nos olhamos por um tempo que eu não sei precisar agora.
O sorriso de Leandro era mais provocador e a distância entre nós era algo
entre dez e quinze centímetros. Lembrei das fotografias e resolvemos voltar
para revê-las.
Depois de entrarmos no cômodo que abriga meu escritório, acendi um abajour
e fechei a porta. Ele me olhou, deu uma gargalhada solta e me perguntou o que
deveríamos fazer. Não sei o que me deu, mas me ofereci para chupar o pau dele
enquanto ele observava as imagens. Dei uma risada larga para, no caso de uma
negativa, transformar a proposta em uma grande piada. Ele permaneceu parado,
olhando fixamente para o seio da imagem, e soltou com voz firme: "Aqui?"
Sem perder mais tempo comecei a acariciar o pau e o peito dele. Ele segurou
minha mão, mas não a afastou. Passou a guiá-la. (Gotcha!) Ficamos alguns
minutos assim. Tentei abraçá-lo, mas ele me deteve, apontou pro pau e disse:
"Chupa!" Obedeci sem questionar. Ajoelhei-me, abaixei o moleton a passei a
tocá-lo tendo apenas a cueca amarela com uma etiqueta da “Bad Boy” entre nós.
Enfim abaixei o último tecido que nos separava. Sem perder tempo engoli
seu membro ainda mole, sugando com vontade. Confesso que o tamanho me
decepcionou um pouco. Não estava nem mesmo meia-bomba e, naquele estado,
não tinha mais que seis centímetros. Mas os efeitos da maconha fizeram com que
eu me entregasse de corpo e alma ao ato de felar. Não sei dizer por quanto tempo
fiquei ali ajoelhado e chupando aquele garoto moreno, quase sem pêlos, que
permanecia em pé e com os olhos fechados.
O membro de Leandro já não cabia na minha boca. Estava muito duro, era
levemente torto pra esquerda e com um cheiro inebriante. O comprimento, com
uns dezenove centímetros, já estava bem além do que julguei. Mas foi a largura
daquele cacete que me impressionou. Eu precisava das duas mãos pra segurá-lo
pela base enquanto abocanhava e umedecia com minha saliva quente aquela
cabeça rosa – clara.
"Vira aí. Deixa eu meter no seu cu!" Foi a segunda ordem de Leandro. Não obedeci
de imediato, ainda apreciei por alguns momentos aquela caceta imensa. Levantei
e fui até um gaveteiro onde guardo material de desenho. Retirei de dentro de uma
pequena caixa um par de preservativos e um sachê de lubrificante. Estava bem
quente ali. Ele retirou a jaqueta, tirou uma das pernas do moleton e sentou na
minha mesa de trabalho. Tirei toda a minha roupa, mantendo apenas as meias,
e dei mais uma chupada naquele caralho grosso, torto e duro como uma rocha.
Leandro mantinha quase sempre os olhos fechados. Alguns héteros (ou que se
dizem assim) com os quais já saí também fazem assim. Aproveitei o apoio que
a mesa dava ao garoto e tentei dar pra ele naquela posição. Na primeira tentativa
não fui feliz. Então me afastei, passei uma porção de gel sobre a camisinha, fiz
uma massagem com os dedos no meu cu, abaixei um pouco o corpo dele e fui
de novo. A cabeça entrou de uma vez. Segurei o garoto com os cotovelos para
evitar que ele se empolgasse. Respirei e fui descendo devagar, sentindo cada
centímetro daquela pica que abria caminho dentro de mim.
A maconha me fez relaxar. Poucos minutos depois ele estava inteiro no meu
rabo. "Deixa comigo agora!" Foi a terceira ordem. Curvei meu corpo para frente
e me apoiei na poltrona onde antes estavam os quadros. Leandro começou a se
movimentar com cuidado. Ele era firme e sabia bem o que estava fazendo. No
início devagar, mas assim que sentiu o meu corpo acomodado começou a socar
com vigor. Eu estava louco de tesão. Ele me mudou de posição umas três vezes:
de frente pra ele, sentado sobre ele e novamente de costas e curvado. A cada
nova postura um prazer diferente. Eu disse gemendo que estava prestes a gozar...
"Goza então!" Foi a quarta e última ordem. E eu, sem precisar movimentar meu
pau por muito tempo, gozei como um adolescente: com um jato volumoso e pra
bem adiante. Senti o pau de Leandro latejar e encher a camisinha de porra quente.
Paramos juntos. Após ficarmos imóveis por alguns instantes, tomei a iniciativa e
me afastei dele segurando base do preservativo.
Vestimos nossas roupas em silêncio. Limpamos nossa bagunça com lenços de
papel e saímos dali. Fomos até a sala da frente onde eu paguei pelo serviço dos
quadros e nos despedimos de forma viril. Já do lado de fora do portão, Leandro
e seus olhos verdes me disseram em tom de sussurro:
_ "E se quiser fumar de novo: me dá um toque que eu venho aí..."
Desde o início dessa década as *finas* de todo o mundo têm investido em peças ArtDéco para os seus respectivos pied-à-terre. Antenados com o fato de que essa tendência vive seu
ápice, vide a febre pelos cristais de Murano, a Pinacoteca abriga uma exposição imperdível:
“A coleção Fulvia e Adolpho Leirner” Visitei na terça e achei deliciosa.
Na quarta dei uma passadinha no Cine República. É muito interessante ver a fauna exótica e
diversificada que ocupa aqueles corredores putrefatos após o fim do expediente: trabalhadores
do centro, desocupados viciosos, garotos de bermuda e boné, sílfides performáticas, rapazes
rudes e de pouca instrução e umas *bunitas* que juram jamais freqüentar o “gueto”... O sexo
quase sem limites e a prática do “sexo cego” (no dark-room, sem saber com quem exatamente,
guiado apenas pelo tamanho da rola e pelo desenho do corpo) é tendência!
Na quinta assisti “Starcrossed”, que estava salvo há algum tempo aqui no HD. Foi terrível...
O drama dos dois irmãos, o universo que os cerca, o preconceito, a carga emocional...
Fiquei péssimo, triste e melancólico.
Na sexta eu li a reportagem com o Sergio Ripardo no Mix Brasil. Não acho difícil imaginar
as pressões veladas que um trabalho autêntico e inovador como o dele poderia sofrer em
um órgão de impressa oficial. Registro aqui minha admiração pelo Sérgio e sua imensurável
contribuição para o avanço do seguimento "LGBT" no jornalismo brasileiro.
Ele fez História!
Decidi publicar o post de terça logo no início da madrugada.
E se você ainda não sabe como por em prática o post de domingo...
Acha que não é capaz de dar conta do desafio...
(Que nem é tudo isso, pois ainda haverão desafios maiores aqui no blog!)
É só inspirar-se nas *foteeenhas* e nos comentários
Que eu preparei com carinho para as *senhoritas*:
Olá amigos internautas...
Olha só o nosso *herói* Iniciando a apresentação
Com uma sequência difícil
Vai exigir determinação!!!
*Nooossa*! Foi perfeito.
Duplo-edi-popozão-esticado Um movimento muito difícil
Com uma torção de tronco
Rápido e super estendido!
E terminou CRAVADO!!!
Movimento bem realizado
*Popo* limpo e esticado
Em pé, usando as mãos
*Mooooooito* bem feito!
Preparado pro próximo:
Mortal-pepinus-encarpado É um movimento no solo
E de grande dificuldade
Vamos TODOS torcer!!!
Mas que S-U-R-P-R-E-S-A!
Ele incluíu um twist lindo!
Mãos bem a-p-o-i-a-d-a-s!
O *popo* bem agrupado
Uma boa altura do solo!
CRAVADO mais uma vez!
*Noooossa*, emocionante
As mãos bem colocadas...
Num movimento perfeito
Vai ser dez, nota dez!!!
minutos depois:
E FOI OURO! OURO PRO BRASIL, AO SOM DE BRASILEIRINHO, MUITA EMOÇÃO!
EU TÔ VENDO LÁGRIMAS NO NOSSO *HERÓI*. INACREDITÁVEL MEEESMO!
MAS ELE MERECEU... É OURO NA *GINÁSTICA EDIZÍSTICA* E É PRO BRASIL!!!!
Este post é para os leitores mais novos e inexperientes:
Dildos (consolos) são formas eficientes de iniciação para as futuras passivas.
E por analogia formal: os vegetais podem render ótimos resultados!
Sempre temos algum em casa e eles possuem inúmeras formas e tamanhos.
(Não consigo deixar de lembrar uma cena em "Another Gay Movie"
quando o personagem principal é flagrado pela mãe com os vegetais da casa...)
Enfim...
Decidi deixar 10 dicas *babadeiras* para as senhoritas que ficaram interessadas:
1- Comece pelos vegetais pequenos (cenouras, por exemplo) antes de tentar uma berinjela!
2- A prática da chuca é importante para garantir uma execução *perfeita* (post de 8/06 e 9/06)
3- Use gel lubrificante e vá com calma! Alguns vegetais não são tão macios quanto um pênis...
4- Mais uma vez: eu imagino que a senhorita seja a maior passiva do universo, mas VÁ COM CALMA!
5- O primeiro objetivo é manter a ereção com o vegetal escolhido "enterrado" até o fim...
6- Um objetivo mais avançado é manter a ereção movimentando o dildo improvisado (simulando sexo)...
7- O objetivo máximo é, além de manter a ereção, ejacular apenas com os movimentos do vegetal (ui)!
8- Use uma camisinha: garante que vc não terá problemas se o vegetal quebrar ...
9- No caso de sangramento intenso (certamente a senhorita exagerou): procure ajuda médica!
10- E, se possível, não recoloque o vegetal na geladeira fingindo que nada aconteceu!