para ler na web: a.casa.das.sete.micheles * andré.mans * antena.com.bombril * a.sétima.visão * babadocerto * beautiful-dirtyrich * bhy * bota.dentro * canudos.coloridos * carioca.virtual * chatonoar * clebs * david® * dj.felipe.lira * don.diego.de.la.vega * elcocoloco * euelenossomundo * fast-food(e) * gayzine * g.cliché * glamaddict * introspecthive * isadora * joapa * justo.&.digno * l’absurdité.de.la.vie * las.bibas * lex.grego * lindinalva * made.in.brazil * man.in.the.box * na.casa.dos.30 * olhares.loiros * paulo.braccini * pegaytion * ragazzo * renateeenho * boy.soccer * tony.goes * too-tsie * tudo.cabe * will * zappingnews * 30 ideias

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29.4.09


didão:




Ai, que hoje eu acordei *nervoooosa do edi*.

Esqueci de alterar o despertador.

O infame tocou no mesmo horário de ontem!

E eu não consegui voltar a dormir.

Ainda bem que eu tenho o DIDÃO!

O DIDÃO é um consolo gi-gan-te que mora aqui em casa.

Comprei por um precinho super bacana lá na Amaral Gurgel.

(Ui!)

O ritual é sempre o mesmo:

Banho quente...

*Chuca* poderosa...

E sentar *di gostosu*, preenchendo todo um vazio interior.

Super recomendo pras *culegas blogayras*:

(A experiência de escrever um post assim... *Empalada*!)

Fica a dica!



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28.4.09


dissociando:




Na maior parte do tempo eu me sinto exatamente como a zebra Marty em Madagascar: com uma vontade inexplicável de “fugir pra natureza” (mas sem esquecer de levar "uma balinha", hehehe). Uma sensação recorrente de que há, no mundo, um lugar mais adequado pra mim.

Nas fases mais agudas eu deixo a barba crescer. Acho que este lance de se barbear todo dia é meio antinatural. Ações da Gillette não seriam muito lucrativas no meu mundo ideal.

Seria o desejo inconsciente de uma fuga dissociativa? Pode ser. Neste caso, se eu fosse muito rico, tudo estaria resolvido: bastaria providenciar uma “semaninha em alguma ilha tropical”. Despersonalização? Aí a coisa complicaria, pois pra onde quer que eu fosse a sensação de desconexão com o real iria me acompanhar.

Enfim... Vambora trabalhar, pois hoje eu acordei mais cedo pra acompanhar uma concretagem lá em Mauá e espero que admirar uma dezena de homens rústicos em um trabalho braçal extenuante torne o meu dia mais suportável...

;-)


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26.4.09


presentificação da memória:




Ontem reencontrei um antigo namorado, o primeiro, lá dos idos tempos do cursinho. Topar com um fantasma deste tipo não é necessariamente agradável. É como um atestado da impermanência da vida, de que tudo ruma inevitavelmente para o esgotamento.

O mais curioso foi que, por mais que eu tentasse lembrar algo para alavancar uma conversa interessante, ou puxar um assunto qualquer, simplesmente não conseguia ultrapassar os cumprimentos de praxe e o sorriso amarelo típico de uma cena de sitcom.

Ele nem mudou tanto. Fisicamente continua muito parecido. O estilo das roupas é diferente, mas eu ainda seria capaz de reconhecê-lo no meio de uma multidão. Eu é que sou outro. Aquele garoto, que falaria compulsivamente sobre si e sobre as coisas que julgava importante, não é mais de jogar conversa fora, prefere dizer mais pelo olhar e deixar subentendido seus sentimentos.

Enfim... Esbarrar numa janela aberta pro passado é sempre um baque. Fica um sentimento difícil de exprimir, sei lá... Tipo... Quase um tipo de epifania.


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25.4.09


enquanto isso:


"Zezinho" curte praticar sexo virtual pela web cam...



Busca "minas" nas salas de chat que topem "se mostrar" pra ele no msn.
("Mas é difícil achar mulher de verdade em batepapo")
Nunca mostra o rosto e se sente protegido assim...



E no meio da madrugada, já sonolento, ele goza pra quem quiser ver...
Mesmo que seja "pra um viado mesmo".



E vai dormir relaxado ao lado de uma pilha das revistas Playboy que coleciona.
;-)


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24.4.09


id:




Estamos em pleno tempo de mal estar.

Não há crença possível.

Não há ideologia que se sustente.

As causas alardeadas não convencem.

São tolos os que vivem em meio às sombras dos ideais.

Que, como o outro afirmou, estariam projetadas no fundo de uma caverna imaginária.

E nem se dão conta de que não há verdade possível.

Por isso sigo na senda do ID.

Escravo da totalidade que me cerca.

E se nada isoladamente merece os esforços da paixão.

Só me resta a efetiva afirmação do real.



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22.4.09



Silêncio...


E como tudo vai retornar da mesma forma...

Nada deste blogueiro fazer o niilista passivo por esses dias.

Estou numa fase de niilista ativo.

(e *nem confiança* pra quem não gosta deste tipo de post)


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19.4.09


memes:




Doritos de cu é rola!

Caricata na TV de cu é rola!

Susan Boyle de cu é rola!

Twitter de cu é rola!

“Esse é o cara” de cu é rola!

Gézuz Pinto de Luz de é cu... É pinto mesmo.

Enfim...

Viral de cu é rola.


("Manifesto Metamemético", versão UOMINI).


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18.4.09


ainda sobre felação...



E depois do post de ontem...

Resta uma questão ontológica...

Que cada um deve responder por si:

Chupar, ou não chupar?

Eis a questão!





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17.4.09


dica pro feriadão:




Nunca faça sexo oral em uma rola que a *senhora* não possa examinar cuidadosamente antes de por na boca.

Eu disse NUNCA!

Chupar aquele pauzão que você achou pelo tato no dark room?

Melhor não!

Para o caso de um achado tão precioso num ambiente de pouca luz...

Este blog recomenda:

Encape, fique de costas e vá direto ao que interessa!

Fica a dica.


(que essa colega esqueceu de seguir)


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16.4.09


imagem do dia:



*Adooorei* a intimidade!
(hoje no Vídeo Show)

Mais sobre este momento "minha história, minha vida" AQUI


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15.4.09


corporativo:




Pronto.

Já acabou.

Vou pra casa.

Não aguento essa gente.

Mundo muito estranho esse aqui.


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14.4.09


reflexão:



Nos sonhos:



Na vida real:



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13.4.09


"Boy":




Oi!

Mais um final de semana improvável acabou. Nesta segunda-feira nublada resta a pergunta: “Was it real or did I imagine it?"

Era sexta-feira santa e como não sou dado a convenções religiosas lá estava eu, acompanhado de um *coleguinha*, na boca do lixo paulistano em busca de carne vermelha, branca ou morena. O lugar, um antigo cinema da Avenida Rio Branco, estava meio vazio e um clima noir marcava o cenário: alguns garotos jogando sinuca, um homem bêbado sentado em um dos cantos do bar, senhores anônimos e apressados entrando e saindo da sala de projeções, pouca iluminação e uma nuvem de fumo confirmando que a nova lei estadual nasceu morta.

Aproximei-me de um cara baixinho e puxei conversa. Sem rodeios e com muita simpatia ele disse ter vinte e sete anos, ser natural do Paraná e estar em pleno “indulto de páscoa”. Comprovou sua história sacando uma carteirinha em cartolina branca onde os “dados do detendo” estavam anotados.

“Ai *bee*, e você não saiu correndo?” Perguntaria um leitor newbie do blog.

A minha resposta emocional foi estranha até para os meus padrões: fiquei imediatamente fascinado por aquele rapaz franzino e tremendamente franco. Logo reparei numa tatuagem de uma aranha na teia, super tosca e desenhada no pulso esquerdo. “Matei um cara... Foi numa briga... Fiz besteira... Não pensei direito.” Disparou o garoto. E eu nessa hora? *O O.B. quase caiu... Umidificação total!* Ele mostrou outras tatoos: o nome da mãe, das irmãs, das sobrinhas e a palavra “BOY” no antebraço. A conversa despencou pra uma aula sobre as facções criminosas no submundo das detenções paulistas.

“Boy” versava sobre um sem número de siglas e organizações, explicava sobre o perfil de cada instituição prisional no estado, contava sobre sua história, sobre o que já passara e sobre o tempo que ainda levaria para cumprir sua pena. Num dado momento eu desconectei. O desejo me corroia.

Não demorou muito e estávamos nos pegando em um dos banheiros. E nos demos bem. Muito bem. Foi tipo uma química imediata. O beijo encaixou e o sexo fluiu. O ritmo era o mesmo. O garoto habituado a fazer sexo em pé mostrou que a alcunha de “Boy” era merecida.

Voltamos exauridos pro bar. Sentamos em um dos sofás perto da mesa de bilhar e, sem mais nem menos, “Boy” deitou a cabeça no meu colo. Percebi que ele queria sentir-se importante pra alguém, querido, protegido. Ficamos ali um tempão. Resolvi que daria ao mocinho a ilusão de cumplicidade que ele buscava.

Logo meu amigo voltou de sua felação desenfreada e saímos os três. “Boy” fez questão de provar sua importância pros dois novos amigos (ou “braços” como ele fazia questão de nos apresentar a todos). A sua presença em certos points do centrão era como um pretinho da Amex nos jardins: crédito sem fim. No início ficamos preocupados, mas depois de uma conversa bem amigável entre ele e dois policiais na frente de um bar na São João relaxamos e gozamos. Ou melhor: gozei, pois o outsider queria casar comigo e meu camarada foi apenas minha *elegante dama de companhia*.

Enfim, entre quartos de hotel, apartamentos pra lá de suspeitos, um post bobinho aqui no blog, colocação com “remédios” de primeira qualidade, litros de cerveja (que nunca bebo, mas que pra essa experiência abri uma exceção) e doses e mais doses de destilados, terminamos nosso longo passeio no famigerado “Bar do Meio”, um tipo de epicentro da marginalidade na cidade, enquanto o sol do domingo de Páscoa nascia lá fora.

Então a abóbora virou carruagem e eu voltei para o meu mundo onde um almoço de páscoa piegas e chatíssimo me aguardava. Cumpri os rituais familiares, dormi um pouco e acabei na ala vip da Danger levado por dois simpáticos e queridos habitués do centro velho. Fechei a noite presenciando uma sui generis “disputa de peito” entre duas travas turbinadas.

Certamente “Boy” voltou pra sua rotina e obviamente já coloquei minha maior aventura do ano (até aqui) em moldura dourada na minha galeria de feitos. E vai ser só isso! Ou vocês acham que vou pleitear visita íntima em um processo na justiça? Tah bÔÔÔa???

;-)


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12.4.09


mais um domingón:




Às vezes a vida é assim:

Ou a gente bloga, ou a gente vive...

*Enton* vambora viver!

E amanhã eu conto as novidades.


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11.4.09


olha que fofo:




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10.4.09


decadence:




Este aí em cima é o conceito de alto luxo para a elite intelectualmente decadente de São Paulo. A obra está praticamente concluída e sempre que passo por perto lembro do mito da Medusa e evito olhar diretamente.

Um conjunto de edifícios que não significa nada do ponto de vista da arte e da arquitetura, em frente a um rio podre e a uma via de tráfego intenso que vive congestionada. Condições decorrentes da visão predatória das quase duas mil famílias paulistanas que representam parte substancial do PIB brasileiro.

Pra entender a falta de visão dessa facção dos muito ricos da cidade basta googlar o perfil do proprietário/herdeiro/presidente da construtora responsável pelo empreendimento a JHSF.

Herdar muito dinheiro, abandonar a formação universitária e ter como maior objetivo de vida o lucro... Dá nisso!


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9.4.09


enquanto isso...




Levei um coleguinha pela primeira vez na sauna.

Eu estava no bar. Foi quando ele chegou choroso, depois de um longo desaparecimento e sussurrou:



*amigo*: “Bee, dois caras me forçaram a fazer sexo com eles num dos quartos.”

*eu*: “Como assim, colega?”

*amigo*: “Eles mostraram uns dotes imensos no corredor e me convidaram pra entrar... Depois não me deixaram mais sair. Os dois foram super grosseiros... Até me machucaram!”

*eu*: “Eles te bateram?”

*amigo*: “Nunca levei tanto tapa em toda minha vida. Um deles amarrou minhas mãos com uma corda e usou um cinto pra bater ainda mais... Olha como minha bunda ficou vermelha.”

*eu*: “E você não pediu pra parar?”

*amigo*: “Pedi, mas eles tamparam minha boca e penetraram sem usar gel...”

*eu*: “Não usaram preservativo?”

*amigo*: “Usaram, mas era texturizado e sem lubrificante.”

*eu*: “E o que mais?”

*amigo*: “Um deles cuspiu na mão e enfiou o punho dentro de mim...”

*eu*: “E o outro ficou olhando?”

*amigo*: “Não. Ficava dando mais tapa na minha cara, beliscando meus mamilos, puxando meus cabelos... Me fez gozar enquanto o outro girava o punho fechado dentro do meu edi.”

*eu*: “E CADÊ OS CARAS?”

*amigo*: “Foram embora.”

*eu*: “BEEESHA EGOÍSTA! NEM PRA APRESENTAR OS BOFES...”

*amigo*: “Não fala assim... Eu pedi tanto pra eles deixarem pelo menos um número de telefone, mas fui completamente ignorado depois do banho de porra.”


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8.4.09


das böse:




“O diabo é como um cão extremamente feroz, mas que vive atado a uma corda. Ele só pode te atingir se você estiver dentro do seu raio de alcance” .

Há algum tempo eu ouvi esta frase e desde então sempre a levo comigo. Não que eu acredite no diabo cristão, ou em qualquer outro tipo de divindade. Quando quero ver um demônio começo a olhar pro lado, pros homens e mulheres vivos neste mundo mesmo.

O “coisa ruim”, neste caso, pode ser um colega de trabalho, um chefe, um ex qualquer coisa, uma *beeesha* na boate, um falso amigo, um amigo de amigo, ou mesmo alguém que acabamos de conhecer.

Mas a experiência no viver desenvolve uma espécie de *devildar*. Quando ele apita as recomendações são sempre as mesmas: recuse educadamente qualquer convite, sorria (e afaste-se o quanto antes), não estenda a relação e, principalmente, não inclua o fulano no seu círculo de intimidade.

Não precisa deixar de viver, mas um pouco de precaução com quem não conhecemos nunca é demais.


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7.4.09


sobre o casamento:




Toda vez que dou uns pegas em um cara muito rico...

Lembro que devemos lutar pela instituição do casamento gay!

Ou, pelo menos, por algo semelhante à união estável.

Pronto falei.

;-)


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6.4.09


24 horas:




Os fatos a seguir começam no sábado dia 4/4 e terminam no domingo dia 5/4.
(incluso um comentário rápido sobre a blogaysfera no final do post!!!)

16h53min Recebo uma ligação da minha irmã: “Vamos fazer um chill-in aqui na minha casa antes do Skol... Acredita que a Rê "esqueceu" de comprar. Que lesada! Agora nem pista tem mais...”

17h10min Vejo no blog do Thi que ele não iria mais (agora sei que ele foi e não gostou)... Desanimo.

18h50min “Você não vai acreditar: um amigo HT vai me levar até a Heliópolis. Quer *brilho*? Vamos pra Aloca depois.” Dispara uma amiga bee pelo celular.

19h33min Repasso por módicos R$ 400 o meu convite vip para a amiga da minha irmã e ligo pra bee: “Mooooito briilho pra mim, colega”.

00h03min Encontro a bee na frente da Aloca com duas amigas *fimininas* (e *turvas*) e o tal do “hétero”.

00h12min Passadinha no banheiro da boate e a noite é *iluminada*.

00h18min Som muito bom. Nenhuma aglomeração. Espaço pra dançar. Tudo corre bem.

00h28min Mais banheiro e mais *brilho*.

00h55min O tal do HT puxa conversa. Baixinho, troncudo, bermuda de surfista, bem suburbano, uns vinte e poucos anos... Uma graça!

01h05min Vodka pros dois.

01h15min Ida ao banheiro com o HT. Mais *brilho*.

01h23min Mais vodka pros dois.

01h51min De novo na fila do banheiro com o HT. Uma noite *brilhante*.

02h03min Eu e o HT: melhores amigos ever. De novo no bar. Duas doses de Tequila.

02h26min Me agarro como o HT. Beijo *fooorte* no meio da pista. A bee e suas amigas ficam passadas.

02h48min Banheiro. Mais *brilho*.

02h51min O HT entra numa bad trip: ” Ixi! Eles viram a gente? Não sou *viado*...

03h18min Uma das amigas passa mal. Pouco depois melhora. E volta pra fila do banheiro.

03h22min Minha vez de ter bad trip: Devia ter ido pro Skol...

03h26min Decido ir pro número 269 da rua paralela.

03h39min Entro *turvo* na sauna. Logo percebo que foi a melhor escolha da noite: estava LOTADA, com todo os tipos que mais me apetecem.

03h45min Mais *brilho*.

03h52min O segundo andar está muito mais labiríntico.

Das 04h00min às 06h00min atendo aproximadamente dez caras diferentes. Entre eles destaco:

Um carinha que curtia apanhar em quem eu dei muito tapa na cara, fiz deitar no chão sujo e lamber o piso.

Um moleque alto, bem branco e com um pau enorme. Primeiro me comeu na cabine, depois no meio do povo e terminou o *serviço* no quarto.

Uma dupla que me deixou no meio de um sanduba bem quente.

Um conhecido que arrumou um afro-descendente dotadíssimo e incansável pra fazer *dicunforça* em mim enquanto ele observava sentado num canto do quarto

E mais alguns que não me lembro mais.

06h10min começa a chegar o povo do Skol. Principais cometários:

“Quando um dj começava a esquentar entrava outro...”.

“As performances foram bem fracas...”.

“Não foi uma festa pra R$ 160,00. Nada de tão especial assim...”.

“Me arrependi!”.

“O bom é que tinha muito espaço pra dançar, Mas muita gente bacana saiu antes de terminar”.

“A fila estava absurda! O bar uma bagunça.”

“Gato por lebre!”.


06h50min Feliz por ter feito as escolhas certas: evitei uma noite com os amigos preppies da minha irmã, fiquei 400 pilas mais rico e a sauna ainda estava rendendo.

07h20min Saio com duas figuras conhecidas na pegação paulistana e vou fechar a noite em um apartamento perto do shopping paulista.

07h37min O lugar parecia um grêmio estudantil: Livros para todos os lados, cores em profusão, desordem geral e móveis velhos em todos os ambiente. As janelas estavam fechadas com blackouts e a iluminação era feita por um abajur e algumas velas. Outros quatro caras já estavam lá. Na mesa de centro da sala tinha um espelho enoooorme...

7h41min Mais *brilho*. Só que desta vez a carreira foi posta sobre o pau de um cara todo tatuado que conheci lá.

A partir deste ponto: “Prefiro não comentar”!

11h37min Chego em casa. Tomo meio Dormonid e caio no sono dos justos.

16h50min Acordo com uma über ressaca moral...

***

Acabei de constatar que quem importa em SP não gostou do Skol. A exceção foi um blog “acessado por centenas de milhares de visitantes” (oi?) e que, pra variar, publicou um post ácido onde destilou sua já famosa *mágoa de miguxa*.

Mas o que seria da blogaysfera sem esses momentos de *amor e carinho*? Rsrsrsrs.


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5.4.09


domingón:




Oi blog!

Que dor de cabeça...

Amanhã eu escrevo...

Tchau blog.


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3.4.09


white:




Fica a dica pro *modelón* da festinha deste sábado.

Ideal pra ficar *loka do edi* e confraternizar com os highbrows que marcarão presença...

;-)


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2.4.09


pré-findi:




Pronto, *beeesha*! É quinta-feira e mais um final de semana de delícias espera por você!
(porque findi de *beeesha reeeca & pheeena* começa na sexta)

As aventuras de Peter e seus meninos na Terra do Nunca nem se comparam com toda a função do weekend de uma gay *muderna*!

Vai ser mooooiita *fechação*, sua e das suas *culegas*, nos meandros da noite preta! E o *ritual-dos-nove-passos* pro *sabadón* a gente já sabe:

1 Pular de cima do armário pra entrar naquela calça *bapho* dois números menores e que a senhora ainda *tá pagano* (prestação 3/5? Já dá pra fazer um *compritcha nuova*, amiga!);

2 Aquele perfume que você comprou com seu *personal muambeiro*;

3 Treino rápido de “fazendo a egípcia” na frente do espelho: pezinho em cinco para as três, mãozinha na cintura, abdômen contraído, rosto de lado e muito, mas muito bico!

4 Carona com aquela sua amiga bem nascida que vai sair com o carro importado da mãe;

5 Uma demão de guache preto (pras abusadas: tinta prateada), pra tentar dar o *truque* naquele seu cartão branco e que, convenhamos, QUEIMA O FILME! E se você for naquela festa que exige roupa branca, atenção com o modelito: cuidado pra não virar um ponto amarelo na multidão;

6 Marcar presença nas rodinhas certas! Isso é pra mostrar o quanto você é bem relacionada, conhecida na noite, importante no “gueto que saiu do gueto” e, principalmente, é A-MA-DA!

7 Mooooito padê, moooooita gisele, mooooito K e um tequinho de Cristina. Importante: serrar os diferentes *colocóns* com pessoas distintas! Isso reforça o quanto você é querida por todos, não é do tipo que abusa de nenhuma *beeesha* generosa e é capaz de economizar seu *aqué* suado;

8 Participar do *momento das mafiosas*: aquela parte da noite, quase antes do fechamento do clube, em que apenas as mais *bunitas*, as mais *turvas*, as *trendsetters* (oi?) ficam na pista. Um hora toda especial em que as *macacas wannabes* já foram pra casa dormir, ou caíram de bêbadas em algum lugar, e as *podeiiiirosas* fazem carão uma pra outra;

9 E o Gran Finale: atender aquele bofe novo na noite, que todas querem e poucas (ou nenhuma delas!) já provaram.

Enfim,

Se joga e arrasa!

(e aproveita que você vai poder entrar *di grátis* na pool party deste *domingón* com o famigerado cartão branco e estende a função)


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1.4.09


la vie bohème:




1 - Ontem eu assisti “Rent” pela tv e amei. Apesar de não gostar de musicais modernos, o filme de 2005 é *tuiiido*!

2 - Recebi um e-mail/convite pra uma *festinha-ritual-orgia-whatever*; Viver me intoxica.

3 - Comprei 200g de cookies ao rum da Kopenhagen. Estou olhando pra eles neste momento...

4 - E seguem as frases de Mae West com as quais mais me identifico:


"Particularmente, gosto de dois tipos de homens, nacionais e estrangeiros."

"Sua mãe devia tê-lo jogado fora e ficado com a cegonha."

"É melhor ser super-exposta do que ignorada."

"Para escolher entre dois males, sempre gosto de escolher aquele que ainda não experimentei."

"Nunca cometa o mesmo erro duas vezes. A não ser que tenha sido bom."

"Ame o próximo. E, se ele for alto charmoso e bonito, vai ser muito mais fácil."

"A virtude tem suas vantagens, mas não dá bilheteria."

"A melhor forma de se comportar é se comportar mal."


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