para ler na web: a.casa.das.sete.micheles * andré.mans * antena.com.bombril * a.sétima.visão * babadocerto * beautiful-dirtyrich * bhy * bota.dentro * canudos.coloridos * carioca.virtual * chatonoar * clebs * david® * dj.felipe.lira * don.diego.de.la.vega * elcocoloco * euelenossomundo * garotão * gayzine * g.cliché * glamaddict * introspecthive * isadora * joapa * justo.&.digno * l’absurdité.de.la.vie * las.bibas * lex.grego * lindinalva * made.in.brazil * man.in.the.box * olhares.loiros * paulo.braccini * pegaytion * ragazzo * renateeenho * boy.soccer * tony.goes * too-tsie * tudo.cabe * will * zappingnews * 30 ideias

contato: uominiblogger@hotmail.com

CLIQUE NA IMAGEM!



31.7.09

ação e reação:




Dois colegas de trabalho me convidaram para uma discretíssima “reunião em off” há alguns dias. Hoje eu topei participar. Duas ruas acima e antes do expediente, nós cumprimos o afamado ritual: mandar sem chapar demais, pingar duas gotas de colírio em cada olho, lavar bem as mãos e o rosto e segurar a onda na frente do povo.

Tirando as estranhas formas coloridas que vi flutuando sobre a minha mesa (mesmo!) e uma necessidade inadiável de sair para almoçar às onze horas, correu tudo bem. O único percalço foi precisar entrar duas vezes na fila do restaurante por quilo. Faz parte.

Mas toda ação gera uma reação, como bem nos diz a física. Somando toda a inevitável lentidão de hoje com a última quarta em que saí mais cedo para assistir a True Blood, o resultado veio a cavalo: trabalharei em casa neste final de semana para cumprir o cronograma.

Enfim, eis um retrato das dores e delícias de ser um prestador de serviço, pois se ninguém lhe diz como deve fazer o seu trabalho, exigem que suas tarefas sejam entregues no tempo certo. Sem choro. Para esta segunda-feira no meu caso.

PS: ainda não consigo entender porque resisti tanto a assistir a True Blood. Não vejo a hora de começar a maratona da segunda temporada e alcançar as colegas.



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30.7.09

i wanna do bad things with you:




Fiquei até quase quatro da manhã assistindo à True Blood. Foram aproximadamente doze horas de filme, mas valeu. A primeira temporada é muito boa! Confesso que imaginava se tratar de mais uma baboseira no estilo Buffy Summers. Ledo engano. Só adianto que, além da clara relação entre os vampiros da série e nós (gays), o gostosão do Ryan Kwanten -Jason Stackhouse- interpreta cenas calientes em onze dos doze episódios. Uominidificante!

Também já baixei os seis primeiros episódios da temporada atual. Só não sei se assisto agora e depois fico ansioso esperando pelos próximos capítulos, ou deixo pra ver tudo de uma vez no final. Oh, dúvida cruel!


Para obter a primeira e a segunda temporada legendadas CLIQUE AQUI
(Aproveitem, pois todos os downloads estão funcionando direitinho!)



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29.7.09

entretenimento:




Adoro esses filmes gays bobinhos, pero no mucho, que os gringos fazem. Ontem baixei vários. Como era mesmo a vida antes da internet?

Sou do tipo que acredita numa revolução dos mutantes vampiros gays para transformar o mundo em um lugar mais suportável. Certamente os livros de história considerarão a web como a amálgama desse processo. ;-)

Tudo isso pra dizer que assisti a Eating Out 2 e me diverti muito com a comédia cheia de gays, dykes, bis e curiosos. A cena da reunião da associação dos “ex-gays” é o melhor momento do filme.

Para fazer o download CLIQUE AQUI. É rapidinho! Em quinze minutos, dependendo da sua conexão, você assistirá ao filme que NÃO há em uma locadora perto de você!

* * *

Ah, fui convencido pela blogaysfera que assistir True Blood é ne-ces-sá-rio! São 5:00 da manhã (caí da cama hoje...) e espero estar com os 12 episódios da primeira temporada antes das 7:00. Hoje eu vou passar o dia com um discreto fone de ouvido, uma janela aberta no truque e a tela do computador virada pra parede... Acho dygno!

Essa fase teen/balzaquiana é uma experiência sui generis. Recomendo! ;-)



up date:
o link para este e outros filmes eu consegui em http://filmesgdownload.blogspot.com/



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28.7.09

miss gay gone wild:




Acho mesmo que cada frequentador do cinemão deveria receber uma espécie de passaporte onde um selo seria colado para cada rapaz com quem mantivesse relações. Para quantidades específicas de selos haveria uma classificação apropriada. Algo como silver, gold e platinum. Sei lá, poderia servir para descontos em uma rede de empresas voltadas para a pegação, tipo saunas, clubes, festas, boates, além do próprio cinema. Prêmios por milhagem como plugs, lubrificantes, cock rings e cuecas da Aussiebum seriam bem vindos.

Falo isso porque ontem dei uma passada no República e proclamo orgulhosamente que, após um longo e tenebroso inverno, minha classificação, caso o tal passaporte estivesse instituído, seria Double Platinum. Simples assim.



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27.7.09

base da sociedade:




Fato: é no interior de São Paulo que o povo perde todo e qualquer pudor em ostentar seus progressos financeiros. Quer saber se determinado ramo da família está enriquecendo? Basta ir conferir o estado de sua casa de campo.

Entre quadras de tênis, lago artificial, pista de Cooper e mais quartos do que o necessário, o tio apresentou seu feito com um ar orgulhoso e feliz. Demonstrou ter superado a marca do projeto edificado pelo irmão e alardeou, com orgulho, os altos custos de manutenção da casa idealizada para os finais de semana. Quod erat demonstrandum.

O clima frio e chuvoso nos últimos dias até ajudou. Foi uma desculpa para que as lareiras fossem ligadas e uma das piscinas, coberta e aquecida, justificasse o investimento. Até um pôr-do-sol cinematográfico coloriu o cenário entre um toró e outro.

É claro que comentários depreciativos sempre acontecem. Seja pelo tapis que não combinou com a decoração, seja pelo paisagismo exagerado, sempre tem alguém que se concentra em algo fora do lugar. Inveja? Não. Família!



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24.7.09

camping:




Inspiração para o findi. Mais em http://www.pornotube.com/



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23.7.09

titio uomini responde:




Aproveitei meu dolce fa niente, que durou até ontem, e criei alguns tópicos para ajudar o meu leitor anônimo, rich boy, com sua dificuldade em conseguir uma boa trepada a partir de uma conversa.

Já adianto que as *buatis* paulistanas mais arrumadinhas deixaram de ser o local mais indicado para a famosa pegação. O carão virou quase uma instituição em São Paulo. A grande dúvida é se o complexo templo/buati, que será construído na marginal Tietê até 2013, contemplará, ou não, um espaço mais informal que estimule a pegation, ou manterá a linha “nada de sexo aqui, macacas”...

O objetivo desta lista é ajudar a bee comum, que não é a mais bonita, a mais jamanta, a mais pauzuda, mas também quer seu lugar ao sol no mundo do sexo gay.

CAÇANDO NA *BUATI*:




Tudo começa no olhar. A primeira comunicação é sempre não verbal. Aproximar-se aleatoriamente de alguém, que nem notou a sua existência, aumenta exponencialmente as chances de você levar um fora.




Respeite o espaço do outro. Não há nada pior que aquele tipo cheio de dedos que fala passando a mão, abraçando, sem respeitar a famosa "distância de fuga". Evite o típico comportamento da maricona antes de contratar o boy na sauna. Na vida real não funciona!




Evite contar vantagem. Nada de falar em suas viagens a Ibiza, Berlim ou Mikonos com o rapaz que você acabou de conhecer. Não há nada mais broxante que *beeesha* pretensiosa. Mesmo que você faça a linha *deslumbradinha da estrela* tente um estilo mais casual.




Você vale mais do que sua conta no banco, entende? Seu nick rich boy me preocupou um pouco. Muita *beeesha* faz o estilo veio, viu e venceu - fica rica sabe lá deus como - e perde a noção do bom senso. Então, lembre-se: ninguém, realmente bacana, estará interessado em seus rendimentos.




Não fale pelos cotovelos. Deixe o outro se expressar. Um diálogo saudável supõe assuntos interessantes para ambos os envolvidos. Aproveite para conhecer um pouco da outra pessoa que está na sua frente, mas não o encha de perguntas pessoais. É uma conversa, não uma entrevista!




Evite fazer a linha *fechativa*. Controle seus impulsos. Mostre quem você é, mas não exagere na performance. Nada de olhares estranhos, caras e bocas, ou gesticulação em excesso. Seja natural.




Concentre-se no seu parceiro. Mesmo que você seja uma pessoa famosa na noite, não interrompa a conversa para cumprimentar todo mundo que passar perto de vocês. Ninguém se sente à vontade em saber que vai pra cama com a *beeesha* mais conhecida da *buati*. Fica a dica.


E não insista. Se o outro demonstrou que não está a fim de estender a relação, respeite!

Simples assim.



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22.7.09

quase virgem:




Pois então...

Esse negócio de gripe que não-é-a-do-porco-mas-derruba já me deixou quase uma semana de molho. O resultado deste confinamento foi uma sensação física meio estranha, que há muito tempo eu não sentia. Algo a sudoeste do meu *corpitcho*. Uma impressão de que estou praticamente virgem, again, como um botão de rosa fechado (tah, meu bem).

Mas é assim mesmo. Não há de ser nada. Em três, ou quatro dias, eu resolvo isso *dicunforça*! Sorte, mesmo, terá o cafuçú de mão áspera que cruzar o meu caminho...

;-)

"Ai, colega! me ensina o truque!"

E olha só o e-mail que recebi de um leitor:

"Uomini, tenho grande dificuldade em me comportar em boates, bares e outros lugares do gênero. Meu problema não é chegar nos caras que me interessam. Consigo me aproximar e conversar com tranquilidade, mas meu método simplesmente não atrai os caras. Sou bem sucedido, razoavelmente bonito, culto, mas parece que isso não é suficiente. O que mais me irrita é ver que outros rapazes, que nem são tão especiais assim, colecionam experiências, enquanto eu vou ficando para trás. O que faço? Quero fuder!!!" (rich boy)

Amanhã eu farei um post em resposta ao rich boy. Aguardem!



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21.7.09

carta a um blogueiro:


Caro Ragazzo,
(http://aventurasdeumbissexual.blogspot.com/)


Cheguei no seu território e já ia alta a madrugada. Noctívago que sou, o encontrei no melhor momento do meu dia, quando minha mente está clara e rápida e viver torna-se ainda mais prazeroso. Isso tudo exatamente enquanto os outros dormem e sonham.

Começou por um link no blog de um amigo íntimo, que me levou a outro blog, depois a outro e finalmente ao seu. Quando li sobre suas “pseudalidades e manipulações”, percebi logo que estava em terras virtuais de um escritor de primeira, astuto, que sabe exatamente como se faz para encantar o leitor. Não costumo me enganar sobre estes assuntos. Então fiz um breve comentário, elogiando-o, e tentei me aventurar por mais uma postagem, a seguinte, quando então percebi que tinha caído em uma armadilha. Estava preso e não sairia mais de lá sem antes ler tudo o que você já tinha escrito. Como fiz.

Então fechei as outras janelas do computador, desliguei a TV que me fazia companhia e me mandei para fevereiro, o início de suas postagens, para tentar entender o mundo que invadi sem pedir licença prévia. Queria confirmar se eu estava certo. E estava. Você não é brincadeira. Escreve pacas.

Sua aventura de estabelecer um diário de bordo do interior de um armário é apaixonante. Ao ler seus relatos, presentifiquei memórias pessoais que imaginava já definitivamente apagadas. Você descreve as laterais, o fundo, a dobradiça que se enxerga por dentro, o furinho da chave, o que se vê lá fora e a distância entre a base e o teto, que nunca é suficiente para ficarmos completamente em pé, com perfeição. Então, vai contanto com exata precisão sobre como é estar curvado, adequando-se aos seis lados que sufocam, mas também protegem, situam e definem o espaço.

Seus textos seguiram cantando em coro com uma voz dentro de mim que conhecia, por mais que eu quisesse negar, a letra inteira da canção. Quando li “Certifiquei-me que a casa estava bem fechada, apaguei as luzes e dormi como um anjo” (lembra?) ri alto, como se encontrasse uma foto antiga que me lembrasse traquinagens do passado.

Escrevo esta carta aberta porque blogs são assim mesmo, públicos. Mas também por vaidade, pois se outro blogueiro foi capaz de me tocar dessa forma, ao menos posso tentar mostrar um pouco de mim fazendo-o vir até aqui. Provocando-o. Expondo-o. Afinal, também sou como um dique e seu texto foi uma rachadura que surgiu em minha estrutura e, em seguida, despedaçou toda a barragem. Essa metáfora é sua, reconheço, mas me aproprio dela também para instigar meus leitores mais inteligentes a se aventurarem pelos seus domínios.

E se sua história é comum, sem novidades, a forma que você a apresenta é única. Uma linha textual capaz de contar ao leitor mais atento toda a estrutura mental que justifica a escolha de permanecer numa situação intermediária entre a verdade e a mentira. Todo o trabalho que isso dá. Toda dor e delícia deste estado de coisas. Mostrando que, mesmo sem assumir as suas inclinações e desejos em todas as dimensões de sua vida, você já é um ente inteiro, pleno e consciente de que está em suas mãos a manutenção, ou não, dessa situação.

A cada novo texto que lia, ficava com vontade de comentar ali mesmo, mas, se assim eu o fizesse, deixaria dezenas de comentários soltos e não diria, da melhor forma, o que achei sobre sua atividade em nosso ofício. Acho que posso chamar assim o ato de blogar, apesar de ser de uma guilda diversa, oposta, reversa à sua. Você é singular, eu sou plural. Você está antes, eu depois. Você é ragazzo e eu uomini. Então preferi escrever assim, de uma vez, o que senti enquanto estava em seus domínios. Coisa que nunca fiz aqui no blog. Uma experiência nova e renovadora.

Um grande abraço do seu mais novo leitor.

Cristiano Lins



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20.7.09

para os homofóbicos:



Uma nova versão brazuca para Fuck You, by Lily Allen
-- produzida pelo "Astronauta, aka Bruno Marques" --

Achei o video super bem feito
A animação "piano bar" ficou uma graça
Tem uns mocinhos lindos...
Mas o robô é meu predileto! ;-)



Acho que este vídeo merece um post de todos os *blogayros*...
(pela qualidade do trabalho!)



Tem também a versão do BlogStoneWall, bem mais divulgada, AQUI

up date: versão legendada AQUI



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19.7.09

gay assumido seria apenas um rapaz confuso?
Rede Globo diz que sim!




Disseram que não é a do porco, mas essa gripe veio forte e me deixou prostrado em frente à TV nesta última sexta-feira. Entre chazinhos e caldos quentes, resolvi enfiar os dois pés dicunforça numa jaca imaginária e assisti às novelas da rede globo, todas as três, apenas com os telejornais entre elas para respirar. Um claro sintoma de que eu estava bem mal! Mas fiquei pior. Nem sei direito como dizer o quanto.

Todos já devem ter visto o ator e candidato a galã Marco Pigossi, em "Caras & Bocas", interpretando Cássio, um personagem homo razoavelmente verossímil, que sempre me pareceu uma contribuição positiva para a quebra de preconceitos, pois ele é muito bonito, do bem, simpático... Na boa? Eu o considerava um ótimo exemplo de rapaz gay para o espectador acéfalo deste tipo de folhetim. Entretanto quando a esmola é grande...


Antes de continuar a leitura, assistam AQUI. (começa em 5:57)




Será que a febre me deixou sensível demais? Não. Esta cena realmente reduziu um gay, até então pintoso e assumido, a um rapaz confuso, que não lida bem com sua sexualidade, pois teria sido vítima de bullying. Hum, sei! Quiseram dizer que a violência sofrida na infância gerou um misterioso sentimento de “culpa” (?) no personagem e, no final das contas, ele apenas tinha "um outro modo de se expressar”. E eu pergunto: Como assim, bee? A cereja do bolo foi o encontro do rapaz com Maria Purpurina (Maria Zilda Bethlem), a derradeira confirmação de que as “marcas na alma” de Cássio estariam sanadas. Morri!

Posto isso, imaginem os efeitos que esta cena produziu em seus espectadores pelo Brasil afora. O primeiro que me vem à mente é o de uma mãe anotando o título do tal guia de auto-ajuda para tentar “salvar” o filho gay do que seria apenas uma confusão mental. Eis um belo endosso para pseudopsicólogos que propõem a “cura” para a homossexualidade, não acham?

Mal sabe essa mãe fictícia que o autor de "Pedagogia Da Amizade", Gabriel Chalita, é uma piada pronta, um pseudo intelectual e vereador da cidade de São Paulo, brilhantemente retratado por este texto do Mario Sergio Conti AQUI [é o segundo texto da página, está intitulado: “Gabriel Chalita: fracasso” e é leitura obrigatória!]. Ah, esse é o mesmo Chalita que tem uma relação de "amor, carinho e intimidade fraterna" com um certo padre/cantor famoso. O Glamaddict disse sem dizer AQUI algo sobre a ocasião em que ambos trouxeram a público certas cartas que trocavam entre si. Estranho. Tudo muito estranho.

Tem outro texto sobre o universo do vereador AQUI. Um tanto panfletário, mas bem escrito.

* * *

E agora eu vou dormir. Espero que pelo menos nos meus sonhos o mundo fique um tanto mais suportável. :-(


update: inspirado pelo comentário do José Eduardo, ofereço outros links imperdíveis sobre o Sr. Chalita AQUI e AQUI ;-)



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17.7.09

outros prazeres:






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16.7.09

drama:




Dor de cabeça, cansaço, tosse e fluxo nasal. H1N1? Corri pro médico, mas fui informado que os sintomas deveriam incluir febre alta, entre outras possíveis mazelas. De mais a mais, realizei os exames de praxe e tirei o resto da semana pra ficar em casa.

Assumo que sou dramático, além de altamente hipocondríaco. Já adquiri um arsenal de antigripais, vitamina C e descongestionantes, mas eu queria mesmo era comprar o Tamiflu, ou o Relenza, só pra garantir... E já aviso que, se as postagens pararem, será um sinal de que peguei carona numa nave espacial e me mandei numa viagem de pegação intergaláctica.

Epitáfio: “Foi um prazer estar com vocês. Foi um prazer brincar com vocês. XAU baixinhos.”

Drama. Muito drama, colega!



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15.7.09

new kid on the block:




Adoro ler blogs, de qualquer tipo, até os que se parecem com o meu (rs). Mas acompanhar postagens extremamente bem escritas, que versam sobre assuntos relevantes e com o clima informal da primeira pessoa do singular, é sempre um deleite.

Fiquei feliz quando soube que o jornalista Camilo Vannuchi (um HT muito bem casado, antes que me perguntem) resolveu blogar.

Ah, o "tudocabe" começou a ser escrito na última sexta-feira. Não percam o crescimento deste bebê por nada!

O link está AQUI. Have fun!



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14.7.09

é tendência:




Cada vez mais comum entre as *modeeeernas*!


;-)



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13.7.09

new fullgás:




A paixão é uma experiência própria dos jovens, dos demasiadamente jovens, pois apaixonar-se implica em entrega, confiança, fé cega e outros tantos sentimentos de difícil alcance para aqueles que têm história pra contar.

Ontem à noite, fiquei com um moço bem novinho em um dos cinemas sujos do centro de São Paulo. Para mim foi apenas mais uma *pegação* que rendeu uns beijinhos e uma conversa gostosa logo após o sexo, mas para ele não foi bem assim...

Lembro que, quando eu tinha vinte anos e conhecia alguém que me interessava muito, já imaginava uma série de futuros possíveis e acreditava que minha realidade estava irremediavelmente transformada por aquele encontro. Falo aqui do momento em que os olhos brilham, o tom da voz se altera e falamos sem parar sobre detalhes da própria vida. Estes sinais, que estavam todos muito claros, e minha caixa de e-mails hoje pela manhã confirmaram que a flecha do cupido entrou em ação.

Mas é claro que só um de nós foi vitimado por Eros, pois eu já fui vacinado e não sofro mais por tais arroubos. Na verdade os encaro como reações químicas e apenas isso. Uma mistura de dopamina e norepinefrina que pode ser facilmente controlada com alguma prática. É claro que ajuda bastante fazer parte de uma geração que chegou aos trinta após uma década em que os sintéticos estiveram na crista da onda.

E que venha a próxima curva nessa “montanha russa de emoções”! ;-)



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12.7.09

amando um vegetal:




O vídeo tem uns cortes, mas sanou uma mega dúvida que eu tinha:

O que os americanos fazem com aquele monte de abóbora depois da noite de Halloween?

E como eu sei que este tipo de vídeo é o mais acessado aqui no blog: CLIQUE AQUI para mais ;-)



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11.7.09

como tornar uma boate gay insuportável:




1 - Erre na luz, deixando o ambiente claro demais e usando materiais de acabamento inadequados. Ou seja, ignore a existência de cálculos que servem para definir a iluminação adequada para uma pista de dança, um bar e demais áreas de circulação.

2 - Contrate um DJ erro que tem a coragem de tocar “Listen To Your Heart” numa versão que beira o tecnobrega.

3 - Convide uma horda de mulheres de meia idade que lembra uma versão trash de Carrie e suas amigas em Sex in the City, ou seja, sem as roupas perfeitas, a maquiagem bacana e a atitude glam.

Juro que eu até me esforcei, mas fiquei menos de uma hora e voltei pra casa com uma certeza: foi a última vez!



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10.7.09

AC:




E o dia já começou bem, pois o Google, que é minha página inicial, fez uma homenagem a Nikola Tesla. Sou fascinado pelo maluquinho da corrente alternada e só não fiz engenharia na faculdade porque parece que todos os chatos e reacionários deste país escolhem a politécnica, ou outra escola do gênero, para a sua formação universitária.

Ah, perdoem-me os engenheiros de cabeça boa que frequentam o blog, eu mesmo conheço alguns, mas os próprios entenderão exatamente o que quero dizer se lembrarem o clima pesado do curso que fizeram. Quase sempre uma mistura nada saudável de Beavis e Butthead com eleitores do Maluf. Péssimo!

;-)



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9.7.09

"e é ciúme, ciúme de você..."




Sexo a três é uma fantasia que habita o imaginário de quase todos os héteros, bis e homos, além de possibilitar um intercâmbio interessante entre estes universos. Eu mesmo tenho um amigo enlouquecido pela fantasia de sair com “machos de verdade” e gasta uma boa quantia com prostitutas para manter aceso o interesse dos tais rapazes.

Eu, particularmente, prefiro dois mocinhos em minhas aventuras e, nessa linha, já fiz de um tudo nessa vida, formando trios com outros dois que namoravam, com um caso eventual e um desconhecido, com dois desconhecidos, com profissionais, com amadores, mas participar da intimidade de um casal é sempre a experiência mais extrema.

Ontem na sauna, fiquei com dois carinhas que, me disseram, estavam juntos há dois anos. O loiro era o mais bonito dos dois, o mais safado e aparentemente o único que estava à vontade entre eles. Logo percebi que o moreno franzino estava ali para agradar o seu parceiro, para conceder a uma exigência que, caso não cumprida, poderia significar o fim do relacionamento. É claro que não discutimos isso abertamente, mas a experiência me transformou em alguém capaz de ler nas entrelinhas, que neste caso estavam escritas com uma caligrafia para vista cansada.

Mas sempre considero casos assim como um lance puramente sadomaso, ainda que inconsciente, e tratei de realizar a fantasia da dupla: fiquei entre os dois o tempo todo, dei muito mais atenção ao mais bonito, usei o baixinho como mero complemento e gozei junto com o loiro (só nós dois!) no exato momento em que o outro ficou com os olhos cheios d'água.

Enquanto eu e o bonitão nos limpávamos, ríamos e dávamos umas bitocas, o outro disse que precisava ir ao banheiro e ouviu um “vai lá” do namorado que não desviou os olhos da minha direção. Ainda conversamos um tempão, trocamos números de telefone e só nos separamos quando o moreninho voltou de rosto lavado e perguntou, num fio de voz, se eles poderiam ir embora.

Se eu não tive pena? Quem tem pena é galinha ou destaque de escola de samba, bem! Mesmo porque o chorão foi quem se saiu melhor nessa história toda. Mesmo! Afinal, ele teve exatamente o que queria. Do jeito dele.



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8.7.09

teatro e sexo:




Sexo é sempre uma ótima oportunidade de experimentar ser, vestir-se de outro alguém e "sair pra pista", como diriam as Micheles da vida. Uma encenação de excessos, inevitáveis deselegâncias, pouca estética e muito suor, mas principalmente a chance de libertar-se das nossas pretensas crenças, de máscaras cotidianas e verdades que nos dizem existir.

Não que o sexo seja realmente isso que escrevi aí em cima, pode não ser, mas seria melhor se assim o fosse, não? A invenção de qualquer outro eu, ainda que por alguns momentos, serve de chave para abrir a mente e deixar de ver as coisas como definitivas, pois nada é de uma vez por todas, por mais que muita gente chata insista nessa tese.

E é apenas isso o que eu quero dizer, sem concluir nada, só para marcar algo sobre esses dias mais introspectivos, um tanto mais sensíveis ao toque e que me deixaram incapazes de só dizer e pronto. Coisas de blog, de exercício da liberdade, ou sei lá...



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6.7.09

coprofilia?


"Ei, Você está pensando o que eu estou pensando?"

carão?


Enquanto isso, em plena pegação e num lugar menos frio:


COLEGA: "Aquela beeesha fez carão pra mim, bee!"

(Observo e vejo um moço de uns vinte anos, lindo de morrer, corpão todo trabalhado na *cadimia*, jeito de bofe, bem vestido e com um corte de cabelo impecável)

UOMINI: "Queridjinha, o carão só se configura quando uma beeesha mais ou menos da sua idade, com o seu status físico, com a sua feminilidade, com o seu senso de moda, ou com todos estes quesitos aquém da sua condição, te dá uma esnobada. Aí você pode usar o conceito "carão". Neste caso, o rapaz apenas foi seletivo. Seleção, bem! Aprendeu essa? *SE-LE-ÇÃO*!"

COLEGA: "Ai, mágoa de você!"

UOMINI: "Muito franca, darling! Muito franca."



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4.7.09

*coragem* universal:




Nos dias em que a temperatura cai um pouco, as manhãs são cinzentas e um vento frio me incomoda quando saio à rua, fico imaginando como as colegas de Helsink, Oslo, ou qualquer outra capital com latitude exagerada, se viram em suas aventuras sexuais ao ar livre. Como será a pegação em Reykjavík? Eis uma pergunta que não quer calar...

Tudo indica que o povo de lá prefira lugares protegidos das baixas temperaturas que imperam em boa parte do ano, mas eu tenho uma fantasia muito particular a esse respeito: sempre imagino um menino loirinho escondido entre as árvores carecas de um parque, após uma tempestade de neve, emitindo uma nuvem de fumaça branca pela respiração ofegante e atendendo um cafuçu local [ Sim!!! Pois "cafuçu" é um conceito universal, meu bem! Ou você acha que não existem trabalhadores braçais onde quer que seja? O bofe poderia ser até um brazuca ilegal que trabalhasse com limpeza de chaminés... ].

E levando em conta que as irmãs são normalmente mais *corajosas* que a média da população, vide o Ibirapuera que fica lotado mesmo nos dias mais improváveis, não acho impossível que as bees não cacem ao ar livre mesmo tendo invernos rigorosos como obstáculos... ;-)




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3.7.09

o novaiorquino:




Há alguns dias, quando resolvi trocar o banner daqui do blog, substituí a fotografia em P&B de dois rapazes se beijando pelo desenho de simpáticos marinheiros em cena romântica. Este post é para fazer justiça e dar os devidos créditos à imagem que recortei desta revista americana aí em cima.

A "The New Yorker", conhecida mundialmente por suas capas (vide a com o Barack Obama em trajes do oriente médio, antes de sua eleição, ou aquela em que o cartunista utilizou um i phone para desenhar, entre outras tantas) e seu excelente jornalismo, veio com esta surpresa para os seus leitores em junho de 1996: dois homens do mar se atracavam em plena Times Square, na Big Apple. Um *looosho*!

Juro que eu adoraria assinar a revista, mas veja o que acontece quando são somados os "custos de envio": nos EUA um ano de TNY sai por U$ 39,95 (AQUI), para assinar e recebê-la em São Paulo eu teria que desembolsar quase mil reais à vista, ou R$ 1.058,00 em cinco vezes (AQUI). Oi?

Mas se você quiser conhecer as outras capas da revista, desde o seu lançamento em 1925, clique AQUI. Have fun!



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2.7.09

nunca se sabe o que as calças escodem (2):


Você nunca deu muita bola pra ele

Ele sempre te observou de longe

Até que um dia ele criou coragem

E veio falar com você na *buati*

Você estava meio alto, *colocado*

Topou conhecer o *ilê* do moço

Chegando lá, o clima esquentou

E quando você abriu a calça do rapaz:



SHAZAN!

(Tah meu bem...)

E teve que decidir o que fazer...


update: Também NÃO sou gay, Diguiiiiinhuuuu!!!
E se não der certo entre voceiiixxxx, me apresenta essa loira guuuuxxxxtooooousa! ;-)



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1.7.09

nunca se sabe o que as calças escodem (1):


Sempre é bom rever esta imagem e lembrar que...



Quem vê cara não vê *koo*! Néam?



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