para ler na web: a.casa.das.sete.micheles * andré.mans * antena.com.bombril * a.sétima.visão * babadocerto * beautiful-dirtyrich * bhy * bota.dentro * canudos.coloridos * carioca.virtual * chatonoar * clebs * david® * dj.felipe.lira * don.diego.de.la.vega * elcocoloco * euelenossomundo * fast-food(e) * gayzine * g.cliché * glamaddict * introspecthive * isadora * joapa * justo.&.digno * l’absurdité.de.la.vie * las.bibas * lex.grego * lindinalva * made.in.brazil * man.in.the.box * na.casa.dos.30 * olhares.loiros * paulo.braccini * pegaytion * ragazzo * renateeenho * boy.soccer * tony.goes * too-tsie * tudo.cabe * will * zappingnews * 30 ideias

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30.8.09


atraímos tudo o que desejamos:




Durante um passeio noturno pela cidade em que estou (que não será nomeada), encontrei uma praça com umas pontes estilosas (ui) sobre um lago cercado por casas de mau gosto. Estética típica de uma classe média mal informada.

A tal praça foi construída no fundo de um vale, aproveitando o curso de um riacho. Entrei pelo lado nobre da cidade. A iluminação pública chegava a ofuscar de tão intensa. Não havia sequer um papelzinho no chão e bandos dispersos de garotos, vestidos à la Nx Zero, confabulavam preguiçosos aqui e ali.

Mas sabem como é o nosso Brasil, né? Depois de caminhar um pouco, alcancei uma área sem qualquer tipo de iluminação artificial, apenas com a luz da lua prateando toda a paisagem. Havia uma linha de trem, que ainda é utilizada e divide a cidade. Ali, pude ver casas bem humildes, construídas em madeira.

Nem preciso falar que era onde os vagabundos da cidade iam beber, fumar ervas exóticas e liberar a energia reprimida. Segui alguns metros pela linha do trem e avistei um moço alto, bonito e com dreads no cabelo. Ele me cumprimentou com um sorriso largo.

E daí? Claro que eu sentei ao lado dele, sobre a pedra em que o mocinho descansava, e puxei conversa, beeesha!

O rapaz era um peregrino rastafári chamado Aníbal, natural de Buenos Aires e com vinte e seis anos. Disse estar na estrada há nove meses. Uma mochila grande e quatro malabaris estavam ao lado de uma pequena barraca iglu. “Quero ir até a Ilha do Mel.” Disse com um forte sotaque portenho. Sem perder mais tempo, eu me ofereci para pagar uma bebida...

Fui até um bar onde um cavalo descansava amarrado no pilar do alpendre, comprei duas garrafas de vinho barato e voltei depressa. A conversa ficou bem mais animada com as bênçãos de Baco. Depois do terceiro copo, arrisquei uma passada de mão. Com a quinta dose, veio um boquete quente. Antes do “adiós”, um sexo rápido!
;-)


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28.8.09


em algum lugar entre curitiba e foz do iguaçu:




Depois de quase onze horas dirigindo na quinta-feira, seguida de uma sexta loooonga :
Estou sem paciência para bolar um post que divirta as bees de plantão!
Pelo menos, a Claro demostra que arrasa no 3G.
Já é um consolo...


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27.8.09


on the road (una volta più):




Lá vou eu, novamente este mês, desbravar o interior dessa nossa terra onde há cafuçus de todas as cores e todos os calibres.

Desta vez, irei para o interior do Paraná. Saio pela manhã. O objetivo, mais uma vez, é profissional, mas sempre pode sobrar um tempinho para explorar a região depois de cumprida a agenda. Prometo não decepcionar no caso de algum polaco rústico cruzar o meu caminho.

Vou-me hoje e volto em cinco dias. Como desta vez levarei um notebook como companheiro de viagem, o blog será atualizado em tempo real. Se é que a Claro...

Beyjus..


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26.8.09


piccola pensata:



conceitos que todo gay deve dominar para sobreviver no mundinho:

cinismo

sarcarmo

ironia

estética

moda

hedonismo

pós-modernismo

epicurismo

individualismo

fetichismo

chuca


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25.8.09


lavoro:




Há tempos em que a rotina segue vagarosa. São as grandes oportunidades para a boa e velha vadiagem. Há outros em que os minutos voam e os pequenos e grandes prazeres precisam ser adiados. Ao menos reduzidos.

Isso pra dizer que entrei naquela fase louca, na vida de um arquiteto, em que tudo deve estar pronto antes do final do ano, ao mesmo tempo e sem desculpa. A rotina, de repente, se reduz ao AutoCAD, visitas às obras e longas conversas com os clientes.

Nada de viver tardes preguiçosas, flanar pelo centro de São Paulo em busca de aventuras, ou dedicar-se a saciedade dos instintos mais primitivos. Por enquanto... ;-)


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23.8.09


*fazendo* o seu próprio caminhoneiro:




E foi só emplacar uma semana temática aqui no blog que o povo já ficou todo animado. Hoje eu recebi um relato delicioso por e-mail. Super útil pros leitores que querem se iniciar no mundo dos truckers. Quem enviou foi uma figura famosa, conhecida, sofisticada, mas que prefere permanecer anônima. Vocês ficariam passados se soubessem o nome do remetente. Como já disseram: "O blog do uomini é igual a um dark-room. Muita gente não admite, mas todo mundo já entrou".

Eis o fragmento mais caliente do e-mail:


"Vamos para a prática...

Um dos métodos que recomendo para quem é tímido é ligar do orelhão do
posto para seu próprio celular para pegar o número. De posse do número
do orelhão do posto basta aguardar um caminhoneiro se aproximar do
orelhão e ligar do seu celular para o orelhão. Alguns atendem, outros
não, mas se tiver algum a fim de brincar geralmente atende. Vou narrar
uma experiência recente que tive. Fiz o procedimento e por sorte
sentou um coroa perto do orelhão. O telefone tocou e após algumas
chamadas ele atendeu. Perguntei com que estava falando e ele perguntou
com quem eu gostaria de falar. Eu disse que havia recebido um
telefonema desse telefone e ficou registrado em meu celular. Ele disse
que era um orelhão público de um posto de gasolina. Eu peço a
localização, ele vai falando, daí eu falo - é de um posto da beira da
rodovia onde param muitos caminhoneiro ? - Ele responde que sim.
Perguntei se ele também é caminhoneiro e disse que tenho uns amigos
caminhoneiro que sempre ligam quando vem para essa região para sairmos
e nos divertirmos pois a vida de caminhoneiro não é fácil né.
Perguntei se ele iria dormir por aí ou estava de passagem, ele disse
que já estava a um dia e que ficaria mais dois até carregar o
caminhão; perguntei o que estava fazendo para passar o tempo e ele
disse que nada. Perguntei se topava se divertir um pouco e ele
objetivamente perguntou o que eu gosto; eu disse tava louco para fazer
sexo com um coroa e chupar até ele gozar. Perguntei a quanto tempo
estava sem meter e ele disse que há uns 10 dias, perguntei se gostava
de meter num cuzinhho e ele disse que quem está a mais de 10 dias sem
meter não tem que ficar escolhendo; nisso vejo ele no orelhão
ajeitando o pau.

A próxima dica é essencial:
Você pergunta para ele se ele topa se encontrar, se ele topar vc
pergunta como ele está vestido. SE ELE DISSER REALMENTE COMO ESTÁ
VESTIDO é porque ele realmente está a fim, se ele der outras
características ele quer somente ver quem vc é quando chegar no posto."


;-)


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22.8.09


trucker:




"Não existem livros sobre êxtases e orgasmos cósmicos escritos por cientistas, somente narrativas orais e poesia. Os livros de história são sobre eventos públicos insignificantes como guerras, eleições e revoluções. As únicas coisas importantes acontecem nos corpos e cérebros dos indivíduos."

Neal Cassady, expoente beatnik


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21.8.09


a autoestrada:




Vou explicar minha mais nova descoberta para quem ainda não entendeu o espírito dos últimos posts. Sempre achei que era lenda [rural?], mas pude provar de um tipo de pegação própria desse nosso interiorzão. Adorei! A fórmula é bem simples: na falta de sauna, clube de sexo e boate com dark room, o fervo rola mesmo é na autoestrada mais próxima. O povo fica só no trottoir pelo acostamento. Entre a pista e o matagal, a sacanagem rola solta.

Tem de tudo. É homem casado que passa de carro em busca de aventura, rapazes que tentam descolar dinheiro pra uma cerveja ou um maço de cigarros, as afrontosas que ficam quase peladas se oferecendo pra quem passar, travesti com produção meio cagada, jovem, velho, afeminado, enrustido. Uma fauna e flora da mais diversificada. Ah, e os caminhoneiros que dão uma paradinha para relaxar...

E lá estava eu todo oferecido num shorts de jogador de futebol da década de 1980, um agasalho com o zíper aberto mostrando o peitoral e um tênis de corrida pra fazer a linha atleta. Um caminhão passou devagar, parou logo adiante e eu o ultrapassei com o meu calção bem atochado. O mercedão voltou a se movimentar, passou por mim e parou de novo. Ficamos nessa por alguns metros até que o bichão virou à direita numa vicinal e parou de vez. Ainda posso ouvir aquele barulho do freio, um vrrruuu-tchúúúú me chamando.

Confesso que fiquei com medo. Eu poderia ser assaltado, sequestrado, ferido, assassinado, mas o frio na barriga só aumentava o meu desejo. A porta abriu e a luz do finzinho da tarde iluminou o motorista já fora da cabine. Ele seguiu até um compartimento na lateral da carreta, que abrigava uma minicozinha improvisada. Era um homem de pele clara, mas castigada pelo sol, cabelos castanhos, barba por fazer, bem rústico, bermudão e havaianas calçando uns pés bonitos que sustentavam um corpo musculoso, talhado em inúmeras cargas e descargas pela vida afora.

À medida que eu me aproximava, a ansiedade secava-me a boca. E se ele fosse um homofóbico violento que armara uma arapuca? E se outro cara estivesse escondido no interior do veículo? E se... Parei bem perto de onde a chaleira já piava sobre um fogareiro e comecei a alongar o corpo. O look de maratonista seria uma desculpa para o caso de eu precisar disfarçar e sair correndo. Mas logo eu tive um sinal. O sinal.

Não esqueço aquela cara de safado seguida de uma fenomenal patolada. Fui até ele, sorri e assumi o posto de massagista de piroca. Para facilitar o meu trabalho ele abriu o calção. Era um pênis grosso, cabeçudo e que, mesmo flácido, pendia até quase um terço da coxa. Deus existe, pensei.

Um carro entrou na estradinha de terra e ele teve que se recompor depressa. Foi uma deixa para nos conhecermos melhor. Ou quase. Seu nome era Beto, mas pouco falou sobre a própria história. Tratavasse de um rapaz goiano de pouco estudo, tímido e que se expressava com dificuldade. Ofereceu-me uma xícara de café forte e um baseado. Fumamos uma erva meio adocicada e bebemos a infusão amarga. Após a colocação, fui convidado a entrar na boléia pelo aceno de uma rola que já levantava acampamento sob o tecido da bermuda larga.

E foi assim que conheci o caranguejo Jonas, o do post anterior, companheiro nas viagens de Beto. Morava numa bola colorida no topo do câmbio do “cavalo véio”. Nem preciso dizer que era ainda mais calado que seu colega varudo. E que vara! E como bombava gostoso! E como puxava meu cabelo do jeito certo! E como sabia dar chupão no pescoço! E como era boa a sensação de sentir o falo cutucar o meu umbigo (por dentro, queridinha...). E como!!!


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20.8.09


truck:




dica uomini: Super recomendo pras colegas a experiência de atender dentro de um caminhão velho, com câmbio de caranguejo, cortina colorida e cafuçu diliça ao volante. Enquanto ele vai dicunforça no edi, é possivel recapitular as aulas de ciências da sétima série.


Vale lembrar que "os caranguejos são crustáceos da infra-ordem Brachyura, caracterizados por terem o corpo totalmente protegido por uma carapaça, cinco pares de patas (própodes), a primeira das quais normalmente em forma de fortes pinças, e geralmente com um abdómen reduzido e dobrado por baixo do cefalotórax. Os pleópodes se encontram na parte dobrada do abdómen e nas fêmeas são utilizados para proteção dos ovos"


Porque cultura inútil nunca é demais!


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19.8.09


back:




mr. curious: "Onde você esteve estes dias todos, bee?"

uomini: "No rehab, gata!" ;-)

mr. curious: "Juuuuuuura?"

uomini: "Pois então, conheci um maluquinho no primeiro dia, fugimos, nos colocamos horrores e casamos no Canadá".

mr. curious: "Verdade?"

uomini: "Well, não foi bem assim, mas eu adoooro quando a realidade veste um tubinho de lantejoulas."

mr. curious: "Para, bee!"

uomini: "Então tá. Vou contar só uma parte. Viajei pro interior do estado e fui pra pista, colega. Literalmente. Entre outras tantas coisitas, fiz sexo dentro da boleia de um caminhão. A placa do mercedão era de Goiás e a mão do moço enoooorme de grande! Capiche?"

mr. curious: "Luuuuuuuxo! O povo vai ficar bege com a história."

uomini: "E eu tô nem aí pra povo, darling? Pah na cara das invejosas! Nem confiança pra elas."


;-)


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16.8.09


on the road:




Recesso virtual.

Momento Total Beatnik.

Volto em dois dias.


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11.8.09


gays with iPhones:



Porque a foto pode ser meio cagada, mas o celular é top.



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10.8.09


"os cães ladram e a caravana passa":




O final de semana foi do jeito que os paulistanos admiradores do “estilo Lindenberg” gostam. De festa caruda à domingueira fina, as camisetas pólos envolveram os corpos dos candidatos a preppys da cidade que desfilaram a contento. Mais uma oportunidade para ampliar o networking, ver e ser visto e, na medida do possível, conhecer gente nova.

Mas não se descabele achando que perdeu a chance de ouro para a sua ascensão ao grand monde. Don’t worry, darling! Os mais fervidos já confirmaram (off) que a regra do “quem já foi a um, já foi a todos” continuou valendo [Lavoisier explica, colega...]. No próximo findi tem mais. Sempre tem.


UI!


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9.8.09


bate, papai:




Qual a fronteira entre dor e prazer?


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8.8.09


hahaha :-P




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6.8.09


mundo secreto:




O homem faz hora em frente a uma loja de óculos, espera um segurança de terno preto sair do seu campo de visão e ruma para o corredor de acesso aos banheiros. Depois de entrar no amplo recinto revestido com porcelanato bege, passa pela bancada das pias, pelos mictórios e alcança a fileira de portas dos reservados. Não havia mais ninguém ali.

Entra no penúltimo box, senta-se sobre a tampa da louça e aguarda. Fica um tempão parado, mas está acostumado. Desde a juventude, gasta seu tempo livre pelos banheiros públicos da cidade. Já é um homem de meia idade, e mantém esse hábito como parte de uma vida paralela.

Alguém usando tênis de corrida ocupa o reservado ao lado. Toda a movimentação é acompanhada pelo reflexo no piso. A divisão elevada entre os boxes facilita a visão. Nada de mais, o cara entra para urinar, faz tudo bem rápido e vai embora sem dar descarga.

Jorge continua encolhido em seu lugar. Uma dupla ruidosa entra conversando sobre qualquer coisa. Usam os equipamentos, brincam com a água das torneiras, e saem gargalhando. Tudo monitorado pela abertura inferior da porta. Mais espera.

Jorge desiste, volta para o corredor de acesso, segue pela escada de emergência e alcança o banheiro do andar de cima. Entretanto encontra um faxineiro trabalhando e desiste novamente. Antes de sair, lava as mãos e arruma os cabelos grisalhos em frente ao espelho. Já teve problemas com o pessoal da limpeza em outros lugares e prefere agir longe das vistas de tais funcionários. Ruma novamente para a escadaria.

No último andar, encontra mais um banheiro sem movimentação. O dia não está como de costume. Percebe que um dos reservados está ocupado e tranca-se no do lado. O chão, desta vez imundo, não facilita a visualização. Espera alguma evidência suspeita do vizinho por mais de dez minutos. A demora exagerada e silenciosa do outro o empolga. Então resolve observar o homem de sapatos marrons por cima da placa que os divide.

Em pé e sobre a privada, Jorge observa um homem corpulento, com a pele bronzeada e sentado com as calça arriadas. Apenas os dois estão no banheiro. O rapaz, sem perceber que é observado, começa a manipular o pênis. Era um sinal. Jorge assovia baixo.

Tudo acontece muito rápido. O moreno grandalhão, quando percebe seu observador, sobe na privada, agarra o senhor de feições delicadas pelo colarinho e soca seu rosto duas vezes. Depois arremessa o esquálido homem no chão e grita que naquele dia mataria um veado. Jorge levanta zonzo e com sangue na camisa. Sai apressado do seu cubículo. O grandalhão também abre sua porta. Ele está esbaforido e ainda mais ameaçador, mas atrapalhado com as calças que estão na altura do tornozelo. Jorge aproveita, sai dali sem olhar para trás, alcança as escadas, desce até o térreo, passa pelo estacionamento e chega a uma das avenidas movimentadas que cercam o edifício. Ninguém o segue. Estava salvo.

Já distante, se dá conta do rosto inchado e dolorido. Haveria perguntas quando chegasse em casa. Após pensar um pouco, decide dizer que sofrera uma tentativa de assalto. Seria assim: resistiu e foi golpeado. Também conclui que deve ficar algumas semanas sem voltar. Naquele shopping.


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5.8.09


up:




Estou pronto para todo e qualquer quiz, piada, ou conversa sobre True Blood.

Cheguei ontem até o sétimo episódio da segunda temporada. A série está cada vez melhor.


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4.8.09


little tiny winnie:




O que pode ser pior que ficar com um cara exclusivamente ativo, mas com uma neca mati?

resposta: Ficar com dois caras exclusivamente ativos, mas ambos com sofríveis necas matis!


O momento alto do Ménage a Trois foi tentar não rir quando os dois propuseram uma DP. *Comassim*???



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3.8.09


blue day:




Sou do tipo que gosta do frio, trabalha melhor com temperaturas mais amenas e faz coro com comentários do tipo: “as pessoas se vestem melhor no inverno”, ou mesmo “adoro tomar vinho com fondue”, mas reconhece que nos dias quentes a vida é mais plena, as experiências mais marcantes e o sexo mais intenso.

Tudo isso para dizer que tem previsão de chuva pra hoje e frente fria que derrubará ainda mais a temperatura. Morri!

Pelo menos vou entregar a melhor apresentação dentre todos os trabalhos que já fiz. Foi um final de semana de imersão total para o cumprimento do dever. Mission accomplished!

E a rotina segue. Continuamos todos rumando para o mesmo fim.


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1.8.09


libertação:




Como já disse o tiozinho que morreu de sífilis lá no XIX: precisamos de uma nova moral. Fico passado quando ouço gays defenderem que devemos fazer a linha bem comportada pra sermos "aceitos" pela sociedade que aí está. Ilusão!

Ou os valores arraigados e toda moral vigente são aniquilados para a construção de uma nova realidade, ou não chegaremos a lugar nenhum. Basta acompanhar os argumentos dos conservadores e religiosos contra a criminalização da homofobia no Brasil para entender o que quero dizer.

“Transvalorização de todos os valores”! É isso, ou continuarmos satisfeitos em passear pelos bairros melhorzinhos, onde os moradores também falam mal dos LGBTs, mas pelas costas e num tom de voz mais moderado.


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