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29.9.09
l'amour:
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Sempre que posso, procuro deixar claro o meu desdém pelo amor romântico. Simples assim. Essa história de casamento, seja ele gay ou hétero, não passa de uma piada sem graça a bem da verdade. A realidade demonstra que “viver ao lado de alguém”, na forma de um casal monogâmico, é absolutamente contra a natureza do homem. Entretanto, sou obrigado a admitir que as paixões, por mais estúpidas que pareçam, fazem parte da experiência humana e são praticamente inevitáveis na vida de todos nós.
Isso pra dizer que certo rapazinho, daqui das bandas em que estou, confessou que deseja “algo sério”. Tipo “ser feliz para sempre”, saca? Puro infortúnio!
Entretanto, enganam-se aqueles que me consideram mal, ou cruel. Hoje mesmo, tratarei de quebrar o encanto. Vou apresentá-lo ao meu universo. Acabei de fazer um convite para um surubão com outros três rapazes que conheci aqui nestes últimos dias. Mais claro, impossível, né?
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26.9.09
enquanto isso:
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A internet da Claro funciona muito mal aqui em Maceió. Uma total decepção, que atrapalhou meus planos de postagens “on the road”. Whatever... Passados dez dias, estou com aquela sensação de que não há mais nada para ver, ou viver. Felizmente o tempo segue ensolarado.
Ah, casei com um “galeguinho” local! Não sou o que se pode chamar de uma *esposa* fiel, mas o rapazinho vem de “boa família” e é um típico representante do macho bissexual alagoano. Diga-se de passagem, todo mundo aqui é ativo. Tive que me sa-cri-fi-car e contribuir para o equilíbrio entre *oferta e procura* na cidade.
Outra questão forte é a importância de manter-se “na baixa”, ou seja, em total discrição. *Beeesha* fechativa sofre por essas bandas. Os rapazes daqui, que raramente se consideram gays, são masculinos e enrustidos. Muitas vezes casados e com filhos. Eles parecem felizes vivendo assim... Ces’t La vie!
Enfim, that’s all beeeshas!
